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Apresentação

 

O XI Seminário De Mobilidade Humana, III Seminário Internacional de Migrações, Diásporas Africanas e Cooperação Sul-Sul e I Seminário Internacional de Novos Estudos Africanos é uma proposta de realização de evento, de iniciativa do Grupo de Pesquisa África-Brasil: Produção de Conhecimento, Sociedade Civil, Desenvolvimento e Cidadania Global do Instituto de Humanidades e Letras (IHL) da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (UNILAB), a ser realizado em conjunto com o Grupo de Pesquisas e Extensão Educação e Cooperação Sul-Sul do ICEN/UNILAB e o Grupos de Pesquisa e Estudos Trabalhadores Livres e Escravos no Ceará/UFC.  O III Seminário estrutura-se a partir de duas dinâmicas que contribuem para a elaboração de conhecimento de uma forma coletiva, considerando os docentes, discentes, técnicos administrativos em educação das instituições organizadoras e membros da sociedade civil como partícipes do processo. A primeira dinâmica desenrola-se a partir de cinco Mesas Redondas (MR). Inicia-se com a primeira mesa redonda que tem por função proporcionar o diálogo entre os especialistas convidados com os participantes sobre o tema central do ano que, nessa edição, intitula-se “Interseccionalidades, Migrações e Diásporas Femininas: Um olhar para os contextos africanos”. Outras quatro MR tratam de subtemas com potencial de se transformar em tema principal na próxima edição e/ou que estão sendo objetos de investigações nos grupos de pesquisas e/ou de interesse para a elaboração de políticas públicas. A segunda dinâmica está voltada para o aprofundamento das discussões e reflexões nos Grupos de Trabalhos (GT), colocando em diálogo pesquisadores experientes, iniciantes e membros da sociedade civil, de forma peculiar, os imigrantes, a Pastoral de Migrante da Arquidiocese de Fortaleza-CE, setores de direitos humanos, de políticas de promoção de igualdade racial, de direitos de mulheres da administração pública local, estadual, nacional e internacional. A escolha do tema deste ano tem a ver as alertas das agências internacionais e estudiosos/as sobre os problemas que a feminização das migrações internacionais acarreta e que são, poucas vezes, debatidas publicamente.  Ocorre que as condições de vulnerabilidades, acompanhadas de violências de gênero, em que as mulheres imigrantes, e de forma particular, as africanas estão sujeitas exige uma nova agenda científica e política. Pois, as mulheres e meninas migrantes continuam sendo vítimas de violências e explorações sexuais, de tráficos de pessoas e de seus corpos forçados a se prostituir, sujeitas a trabalho escravo, às violências domésticas.

 

 

Oportunizar espaço de produção de conhecimento, circulação de ideias, diálogos acadêmicos e sociais, de interesse da educação superior e da sociedade civil engajada em temáticas de relevância na contemporaneidade, com ênfase em direitos de pessoas em processos de mobilidade (migrantes, refugiados, apátridas, vítimas de tráfico de pessoas e estudantes internacionais); a cooperação internacional para o desenvolvimento, cooperação sul-sul, cooperação entre Brasil-África, interculturalidade e integração; o multiculturalismo e a possibilidade de construção de um mundo de paz, convivência entre povos e de valorização de diferenças.

 

 

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